Um pouquinho de mim

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simplismente Eu

sábado, 25 de junho de 2011

Jogos para serem trabalhados com crianças portadoras de Deficiencias

Olá pessoal, como sou professora de Educação Física, fica ai algumas sugestões de atividades que já utilizei com meus alunos especiais.

Futebol de Gigante
Adaptações:
·         Dividir a turma em grupos em duas equipes, azuis e vermelha
·         Usar bola grande de areia
·         Reduzir o espaço da quadra
·         Não a necessidade de goleiro
·         Poderá incluir qualquer criança deficiente neste jogo. Quanto ao deficiente visual, colocar um guiso na bola.
Desenvolvimento
·         A equipe azul pode chutar a bola em direção ao seu gol. A esquipe vermelha tentará interceptar a bola com qualquer parte do corpo. Não e permitido entra na área do gol, caso isto ocorra, a equipe perderá a posse de bola. Vencerá a equipe que marcar maior numero de gols.


Ouça e pegue o rabinho
Número de participantes: livre.
Material: barbante, latas de refrigerante com pedrinhas dentro.
Descrição do jogo: Todos os alunos deverão estar vendados. Cada aluno terá uma lata de refrigerante com um barbante que deverá ser amarrado na cintura, sendo arrastado pelo chão. Cada um tentará roubar o "rabinho" do outro. Aquele que mais "rabinhos" pegar será o vencedor.

Adaptação: Esta atividade poderá ser feita em duplas de mãos dadas, onde um estará vendado e outro não. Aquele que não enxerga pega o "rabinho", seguindo as instruções do vidente. O "rabinho" estará preso ao aluno cego, com baixa visão ou vendado. Vencerá a dupla que tiver mais rabinhos. (DIEHL, 2006)

 Alerta
Número de participantes: livre.
Material: 1 bola com guizo (caso não tenha bola com guizo, a bola poderá ser colocada dentro de sacolas plásticas)
Descrição do jogo: Todos os alunos deverão estar vendados, em círculo e um voluntário no centro. Cada um escolherá um animal para imitar seu som. O jogo terá início quando o aluno que estiver no centro falar já e jogar a bola para cima e falar o nome de um dos animais. Ao mesmo tempo os alunos deverão correr em direção oposta da bola, menos o aluno que esta representando o animal que foi chamado, devendo correr em direção da bola. Ao pegar a bola o aluno gritará "Alerta!". Os demais alunos deverão parar e permanecer no lugar como estátuas. Todos começam a imitar seus respectivos animais, e o aluno que estiver com a bola poderá dar 3 passos para tentar se aproximar o máximo possível do aluno que ele acha estar mais perto, dizendo o nome do animal escolhido. Os outros alunos deverão permanecer em silêncio, e o que foi chamado continuará a imitação. O aluno que estiver com a posse de bola terá que rolá-la, tentando acertá-lo. Se o aluno acertar a bola o colega que estava imitando iniciará o jogo, mais se caso ele não acertar, ele mesmo reiniciará o jogo. (DIEHL, 2006)

    Passa a bola
Número de participantes: livre
Material: bolas com guizo (caso não tenha bola com guizo, a bola poderá ser colocada dentro de sacolas plásticas)
Descrição do jogo: Duas ou mais colunas com mesmo número de participantes. O primeiro integrante de cada coluna deverá estar com a bola que deverá ser passada entre as pernas ao colega de trás até chegar o ultimo da coluna; este irá devolver por cima da cabeça até chegar ao primeiro da coluna. Na mesma ordem, logo em seguida passar a bola pelo lado direito, retornando pelo lado esquerdo. Vence a coluna que terminar a seqüência primeiro gritando o nome de sua equipe. Os alunos videntes auxiliarão os alunos cegos e com baixa visão a pegar a bola, através de comunicação verbal. (DIEHL, 2006)

    Coelhinho sai da toca
Número de participantes: livre

Material: arcos
Descrição do jogo: Os alunos serão divididos em duplas dispersos pela quadra. Um dos alunos ficará segurando o arco na altura da cintura, que fará o papel de "toca", o outro fará o papel de "coelhinho" que entra e sai da "toca". Cada dupla identificará um som para se identificarem. Ao comando dado pelo professor "Coelhinho sai da toca!", o aluno que estava dentro do arco sairá e realizará uma caminhada pela quadra (ou pelo espaço que esta sendo realizada a atividade). Ao segundo comando do professor "Coelhinho volta para toca!", o coelho deverá encontra - lá através do som combinado. Somará mais pontos a dupla que conseguir voltar para a "toca" em menor tempo.
Para realizar esta atividade é importante que todos os alunos estejam vendados.
Variável: esta atividade poderá ser repetida, mas invertendo-se os papéis, o que representava o "coelhinho" passa a ser o que representa a "toca", e assim vice-versa, para que todos vivenciem os dois papéis.
Adaptação: Caso sobre um aluno sem par, ele fará o "coelhinho" sem "toca", e comandará o jogo. Ao primeiro comando "Coelhinho sai da toca", todos os coelhos deverão sair da "toca" e caminhar pela quadra, inclusive os alunos que estão representado a "toca". Ao segundo comando "Coelhinho volta para a toca", as "tocas" deverão permanecer paradas emitindo o som "tocas" "tocas" e os "coelhinhos" tentar encontrar uma "toca", inclusive o que estava sem toca. (DIEHL, 2006)

    
    Relógio de corda
Número de participantes: livre
Material: vendas, corda, argolas.
Descrição do jogo: Serão formadas duplas com um da dupla cego ou com vendas e um vidente. Dois alunos estarão trilhando uma corda que terá no centro argolas segura por nós Caçada à bola
Número de participantes: livre
Material: bola com guizo (caso não tenha bola com guizo, a bola poderá ser colocada dentro de sacolas plásticas).
Descrição do jogo: Duas fileiras com o mesmo número de participantes, dispostas nas laterais da quadra, viradas para o centro. Cada aluno receberá um número que será o mesmo para as duas fileiras, no sentido diagonal. Quando o professor falar um número, os representantes do número deverão ir em direção da bola que estará sendo movimentado pelo professor no centro da quadra. O aluno que pegar a bola deverá dizer o nome de sua equipe, que marcará um ponto. Vence a equipe que marcar mais pontos.
Adaptação: Esta atividade poderá ser realizada de duas formas: se em uma das equipes tiver um aluno cego ou com baixa visão, na outra equipe poderá ter um aluno vendado, ou todos os alunos deverão usar vendas.
Variação: O professor poderá propor uma operação aritmética, e os alunos que representarem o resultado de tal operação deverão pegar a bola. Exemplo: 2+2=4, os alunos representantes do número 4 deverão tentar a pegar a bola. (DIEHL, 2006)

    Fala que eu faço
Número de participantes: livre
Material: vendas e bola com guizo
Descrição do jogo: Os alunos formarão duplas, sendo que um da dupla estará com venda (um deles será o vidente). O professor fará uma espécie de ninho do tesouro em alguns cantos da quadra, utilizando bolas com guizo. O colega vidente da dupla se separa e fica em um lugar próximo dos ninhos para auxiliar o outro colega a chegar ao ninho. As dicas poderão ser de forma simbólica. Exemplo: "10 passos de elefante para frente", "20 passos de formiga para o lado direito", etc. (DIEHL, 2006).


Sites:
Livro:
Repensando a Educacão Física – Da educação infantil a ensino fundamental- Equipe BNL; Curitiba, Bolsa nacional do Livro, 2008.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Atividades desenvolvidas

DEFICIÊNCIAS
Trabalhado Bulling com crianças e adolescente
Senti a necessidade de trabalhar o preconceito na sala de aula em relação aos deficientes que estão inseridos no contexto escolar. Devido senti que por parte dos alunos a “ACEITAÇAO” dos alunos especiais estava em outras palavras “mascarada” ora os alunos especiais são os queridos da turma, ganhavam “apelidos” o que ser caracterizar como Bulling.
• Atividades realizadas com aluno perguntas e respostas sobre bullying, os mesmos fizarao pesquisa de campo com as seguintes perguntas.
1. O que é bullying?
2. O que não é bullying?

POR QUE OCORRE
3. O que leva o autor do bullying a praticá-lo?
4. Como identificar o alvo do bullying?
5. Quais são as consequências do bullying para o pessoas?
6. O que é pior, o bullying com agressão física ou o bullying com agressão moral?
9. Qual a diferença entre jeito do bullying praticado por meninos e meninas?

• Mesa redonda para discutir a pesquisa de campo dos alunos e relatos da turma,
• Para terminar a aula utilizei uma passagem de texto de Mário Quintana (escritor gaúcho 30/07/1906 -05/05/1994)

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre. "
Mário Quintana

sábado, 28 de maio de 2011

Dia da Familia na Escola

Acontece no dia 31/05/2011 dia da família na escola no Município de Pedro Canário. Uma iniciativa que dá devida importância da ação da Família junto com a escola. Participe.

Curso de tecnologias assistidas.

Cada vez vemos a abertura de novos cursos e incentivos para a área de tecnologias assistidas, assunto que esta em foco em todo o Brasil, pois na era da globalização da informática surge à necessidade de incluir nossos alunos com necessidades especiais, em todos os campos da educação, possibilitado a ele a abertura de novos horizontes.